domingo, 24 de janeiro de 2016

O que Joy tem a nos ensinar

O que a sua versão criança diria para você, hoje, se vocês se encontrassem?

Refleti sobre isso ao assistir “Joy”, que está nos cinemas, com Jennifer Lawrence no papel da inventora  Joy Mangano. Acredito que todos devemos ter essa preocupação. Parar para ouvir os conselhos que nossa versão criança nos daria se nos encontrasse.
O que você fez com aquelas ideias? Por que não pensa mais nas suas invenções, nos bonecos que costumava desenhar, nas cabanas que construía e que ficavam bem mais caprichadas que as dos coleguinhas? O que aconteceu com a sua vontade de mudar o que estava errado, de melhorar aquilo de que não gostava?
Será que você está deixando a vida passar, e deixando passarem juntos os seus sonhos, seus delírios criativos que poderiam quem sabe se transformar em grandes projetos?
Será que desistiu de ser quem poderia ser, desistiu de querer mais, acomodou-se, esqueceu-se do seu talento, da sua chance de fazer diferente? Quais os “chamados” interiores que você não tem ouvido? Quais os seus dons que têm sido negligenciados? Você já pensou sobre isso?
Quando corremos atrás de um sonho, acreditamos nele ignorando os obstáculos que estejam aparecendo (eles sempre existem), colocamos foco no que queremos e depositamos toda a nossa força, criatividade, vontade naquele objetivo, nada no segura.

Não quis aqui entrar em detalhes do filme para não estragar a surpresa de quem assistirá. Mas foi essa a mensagem que ficou para mim após assistir à brilhante atuação de Jennifer neste longa inspirador. A história prende a atenção do início ao fim e muito nos ensina, de forma sutil, sobre o mundo dos negócios, a influência da mídia, a importância da persistência e da capacidade de resiliência e, ainda, sobre a humildade, o caráter e a coragem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário